A Pena é uma aldeia enquadrada num cenário natural de rara beleza, com uma população permanente de cerca de 14 pessoas. Estende-se por um viso que vai morrer à ribeira da Pena, a cerca de 600 metros de altitude. Esta ribeira é o coração da aldeia, pois é a sua água, conduzida em levadas, que rega os campos circundantes e assim permite a prática da agricultura há séculos. As suas águas são cristalinas, embora bastante frias dada a sua proximidade da nascente e do facto de correr sobre terrenos rochosos. O seu caudal nunca seca, sendo por isso aproveitado, nos meses mais quentes do ano, pelos habitantes locais e pelos visitantes, para banhos. 

A natureza foi também extremamente generosa ao presentear a aldeia com os majestosos 

Penedos de Góis (ponto mais alto - 1040 metros) do qual sobressai o “Penedo Abelha” (nome dado pelos locais) que assume contornos de uma cara de leão de pedra. 

Vários são os trilhos que permitem ao visitante explorar a beleza dos penedos e da sua magnífica envolvência.

Nos meses mais rigorosos de Inverno é frequente os montes em redor da aldeia ficarem cobertos de neve, nomeadamente os Penedos de Góis e com maior frequência, o Trevim (a 1200 metros de altitude).

A vegetação é abundante e variada. Um dos ex-libris da aldeia são mesmo os seus velhos castanheiros, que foram outrora a base de sustento dos habitantes locais. A importância que tiveram na economia local deixou as suas marcas na divisão das propriedades e na arquitectura de muitas casas (a existência de caniços). Na Pena existem castanheiros que terão vários séculos de existência. São um património histórico que interessa preservar, embora corram sérios riscos devido aos incêndios e à proliferação de árvores de crescimento rápido.

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